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Redução de custos e mais segurança no armazenamento de etanol: como o Selo Flutuante transforma a eficiência do seu tanque

O controle das perdas por evaporação no armazenamento de etanol é um dos principais desafios operacionais do setor sucroenergético. Além do impacto ambiental associado às emissões de vapores, essas perdas representam custos ocultos significativos ao longo do tempo. Pensando nisso, a Romão Tecnologias disponibiliza gratuitamente um estudo técnico de aplicação do Selo Flutuante, desenvolvido de forma personalizada para cada tanque e condição de operação.

Esse estudo avalia, de maneira objetiva, a eficiência do sistema, o potencial de redução das perdas evaporativas e o tempo de retorno do investimento (payback), considerando as características do produto armazenado, as dimensões do tanque e os parâmetros operacionais do processo.

Conformidade ambiental baseada em critérios técnicos reconhecidos

A aplicação do Selo Flutuante Interno está alinhada às diretrizes da EPA AP-42 – Capítulo 7, referência internacional para a estimativa e o controle de emissões evaporativas em tanques de armazenamento de líquidos orgânicos.

De acordo com essa metodologia, tanques de teto fixo podem apresentar perdas expressivas por evaporação. A instalação de um teto interno flutuante associada a sistemas de vedação adequados é uma das formas mais eficazes de mitigação, podendo alcançar eficiências de controle próximas a 99%, dependendo da tecnologia empregada. Mais do que atender a requisitos normativos, essa abordagem contribui diretamente para a redução das emissões atmosféricas e para o fortalecimento das práticas ambientais da operação.

Principais tipos de perdas evaporativas em tanques de armazenamento

As emissões fugitivas associadas ao armazenamento de líquidos voláteis podem ser classificadas em diferentes categorias:

Perdas associadas à operação do tanque (Working Losses)

Ocorrem sempre que há variação no nível do líquido, como durante operações de enchimento e esvaziamento. Entre os principais mecanismos estão:

  • Deslocamento de vapores para fora do tanque durante o enchimento;
  • Aumento da volatilização devido à movimentação do líquido;
  • Alterações na pressão interna, resultando na liberação de vapores.

Essas perdas podem ser estimadas por ferramentas como o software EPA TANKS, que utiliza dados operacionais e propriedades físico-químicas do produto armazenado.

Perdas contínuas em regime estacionário (Standing Losses)

Mesmo quando o nível do líquido permanece constante, há emissão contínua de vapores para a atmosfera. Essas perdas estão associadas a fatores como:

  • Variações térmicas diárias que promovem expansão e contração do vapor;
  • Vazamentos em válvulas, flanges, respiros e conexões;
  • Ausência ou ineficiência de sistemas de vedação no interior do tanque.

Outras fontes relevantes de emissões

Além das perdas mais comuns, existem outras situações que contribuem para a liberação de vapores no armazenamento de etanol:

  • Perdas por flashing, que ocorrem quando um líquido pressurizado é transferido para um ambiente de menor pressão, promovendo a vaporização instantânea de parte do produto;
  • Emissões durante atividades de limpeza e manutenção, liberadas quando o tanque é esvaziado e resíduos do produto volatilizam.

Esses cenários reforçam a importância de soluções que reduzam o volume de vapor e controlem as emissões ao longo de todo o ciclo operacional.

Economia mensurável e retorno do investimento

O estudo técnico desenvolvido pela Romão inclui uma análise detalhada de payback, demonstrando, em números, o retorno do investimento com base nas condições reais da sua operação.

Solicite gratuitamente o estudo de aplicação do Selo Flutuante Romão e descubra o potencial de economia do seu processo.

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